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19/8/2012 - São Roque - SP

Protestos contra testes em Beagles marca o Domingo em São Roque e é destaque na Folha de São Paulo




Leia a matéria na íntegra

Fonte: Folha de São Paulo

Manifestantes de diversas ONGs de proteção aos animais foram a São Roque (SP) protestar contra o Instituto Royal, que utiliza cães da raça beagle em testes para a indústria farmacêutica.
Recentemente, o Ministério Público recebeu uma denúncia dizendo que ocorrem maus tratos no local.
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O "comboio" saiu da avenida Paulista, no centro da capital, para percorrer 70 km até São Roque, onde se encontrou com ativistas locais.
Percorreram o centro da cidade com carro de som, empunhando cartazes e bandeiras com críticas ao instituto e aos testes em animais (vivissecções).
Após a passeata, o grupo, de cerca de 200 pessoas, foi até o portão da empresa, onde quatro seguranças estacionaram o carro em frente ao portão de entrada para evitar arrombamentos.

 

Manifestantes de diversas ONGs de proteção aos animais foram a São Roque (SP) protestar contra o Instituto Royal, que utiliza cães da raça beagle em testes para a indústria farmacêutica.

Recentemente, o Ministério Público recebeu uma denúncia dizendo que ocorrem maus tratos no local.

O "comboio" saiu da avenida Paulista, no centro da capital, para percorrer 70 km até São Roque, onde se encontrou com ativistas locais.

Percorreram o centro da cidade com carro de som, empunhando cartazes e bandeiras com críticas ao instituto e aos testes em animais (vivissecções).

Após a passeata, o grupo, de cerca de 200 pessoas, foi até o portão da empresa, onde quatro seguranças estacionaram o carro em frente ao portão de entrada para evitar arrombamentos.

 

AMEAÇAS

Manifestantes afirmaram ter sido ameaçados pelos seguranças. Segundo eles, os funcionários disseram que atirariam caso alguém forçasse o portão.

Após alguns momentos tensos, os ativistas passaram a gritar palavras de ordem e a se referir à companhia como "assassina", criticando seus trabalhadores por serem cúmplices nos maus tratos.

Alguns, mais exaltados, chamavam os seguranças de covardes e diziam que não seriam eles que iriam impedir um grupo de 200 pessoas de entrar no lugar.

Ao final, cartazes com fotos de beagles mortos após testes foram colados no portão do instituto. Os manifestantes fizeram um minuto de silêncio, rezaram pelos animais e prometeram que aquela seria apenas a primeira visita ao local.

Ao fundo, era possível ouvir os latidos dos cerca de 66 cães, que frequentemente não chegam a um ano de vida e sofrem com o estresse do confinamento.

 

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