Sexta-Feira, 27 de Maio de 2022

Thales Kroth de Souza

Thales Kroth de Souza é profissional da área financeira, CEO da Eu Acionista, Idealizador da O Bem News;
Tecnólogo em Gestão Financeira (UNISINOS, 2019), Pós-graduado em Gestão Estratégica de Pessoas (Feevale, 2021), Bacharelando em Administração e Letras - Português e Espanhol, Pós-graduando em Finanças e Educação Financeira, Pós-graduando em Inteligência de Negócios, Pós-graduando em Formação de Conselheiros de Sociedades Cooperativas e cursando Programa de Conselheiros de Administração;
Colunista em sites sobre finanças, tecnologia e relacionamentos.

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A criatividade e a a liberdade para se fazer negócios, a experiência de acompanhar a política



Ser criativo pode parecer um bicho de sete cabeças, mas pode ser desenvolvido com o tempo. Algumas pessoas tem mais que outras por conta de sua expansão com o mundo das ideias. Você pode pensar que ter ideias pode parecer fácil, mas se não exercitar isso, pode perder a essência de conseguir elaborar um negócio, um projeto pessoal. Essa habilidade pode significar um diferencial em um teste em processo seletivo, em uma exame de concurso público ou até mesmo em uma entrevista, pensar fora da caixa está cada vez mais atribuído como uma percepção boa de saber compreender múltiplos assuntos e leva-te mais para o topo.

E, quando olhamos para a história, identifica-se que a criatividade esteve conosco desde sempre, nas paredes de cavernas, nos sítios arqueológicos, nas pinturas, no desenvolvimento da escrita, etc. Nossos antepassados queriam dizer alguma coisa com a passagem dos tempos, das colheitas e imigrações. A criatividade estava em jogo, a sobrevivência era o atributo mais importante. Hoje, inspirando-se com a tecnologia e as adaptações da rotina no campo ou na cidade, no Nordeste ou no Sul, a criatividade alinha-se muito mais com a atividade de desenvolver o meio social atingindo usuários e potenciais clientes, do que a nós mesmos como no passado.

Há um padrão nas coisas que o ser humano observa tentando se enquadrar no meio. Não devia ser assim, o ser humano não precisa ter um padrão. Com a experiência do usuário e a criatividade cada vez mais voltada para que cada faça o que deseja de acordo com os limites de desejos, sem oferecer perigo a outrem, tornamos sociais. Padrão de comportamento, de qualidade, de justiça, de atmosfera entre a comunidade, paz são imprescindíveis, todavia padrão de beleza não o deveria ser. Não deveríamos nos comparar através do conhecimento para competir, de igual forma com a ostentação de coisas que não precisamos. A utilidade das comparações servem para sermos melhores que nós mesmos, sermos humanos. A humanidade precisa descer o nível quantas vezes forem necessário para entender o que é ser humano.

O salário mínimo ideal segundo a DIEESE é de R$5.969,17 (dezembro/2021). Cerca de 53,3 milhões de brasileiros vivem com R$275,00 por dia. Uma alta desigualdade de renda. 50 milhões, aproximadamente, recebem o Auxílio Brasil. O que a política e a formação como cidadão deveria instruir a todos é a independência do Estado e como a população é o acionista e provedor de todos os serviços que ele institui. É um absurdo salários acima do valor de mercado, ou “penduricalhos”, benefícios assistenciais que não existem na iniciativa privada. Sim, é no voto, é na cobrança por melhorias que estão as configurações para as leis ajustarem-se à realidade brasileira do século XXI. As leis e códigos são do século passado quando um adulto vivia em 1991 66,93 anos, hoje está em 76,8 anos (IBGE, 2020). Uma grande diferença. As punições são desproporcionais, o máquina pública só cresce e os impostos pagos pelo contribuinte atrapalham a geração de renda. Menos impostos, menos Brasília, mais Brasil.

O brasileiro é criativo, e poderia usar suas habilidades e esforços para desenvolver o seu país a um nível que passasse qualquer nação. O povo é bom, a cultura é forte e adaptativa, as situações são flexíveis; a política e a justiça devem ser seguras, a economia precisa ser forte, livre e os valores compartilhados; devolver o Brasil aos brasileiros não no sentido nacionalismo, mas para com sua capacidade de inovar e agir na desigualdade de renda. As projeções sempre potenciaram economias que aumentam formações profissionais e técnicas. Precisa-se investir muito mais na educação básica, fundamental e média, e reduzir um pouco ou manter na educação superior. A formação está invertida. O Brasil possui notas ruins ou péssimas nos exames de nível básico e nenhum brasileiro ganhou um Nobel. Esquecemos histórias importantes e conquistas do passado, e não lideramos na iminência de influenciar estrangeiros a investir no país, nem a nós mesmos. É preciso democratizar mais investimentos, tornar acessível o mercado, acreditar nos negócios daqui e nas opções apresentadas. E maximizar os atuais 4 milhões ou 1,88% da população para mais de 30% para gerarmos um valor no PIB e na economia. O Brasil pode.

As passagens de notícias que o brasileiro costuma acompanhar, vem de no máximo duas fontes e nenhuma é sobre negócios. É outra disciplina que deveria ser influenciada e ensinada desde pequeno: negócios. Tanto em trabalhos na esfera pública, estadual ou trabalhando no exterior fazemos negócios. É em compra de presentes, materiais, alimentos, pagando uma conta. Os brasileiros podem ser melhores negociadores, assim como geradores de receitas e transmissores de conteúdo com qualidade. Independente da área, temos profissionais bons de “mão cheia”, e aqui pode-se aplicar a expressão de “dar a César o que é de César” para “dar ao povo o que é do povo” com melhor aplicabilidade de gestão de recursos públicos através de pessoas capacitadas.

Questione um Conselho de Administração de uma empresa se colocaria um policial federal por 20 anos como CEO da companhia? Ou uma sindicalista sem ter conhecimentos adequados para votar projetos importantes; ou ainda tantos profissionais que não se capacitaram, não sabem quando você dirige uma pergunta e ele precisa obter resposta com seus assessores. Realmente, cada deputado federal dos 513 e senador dos 81 escolhidos, cada deputado estadual das Assembleias e os 26 Governadores mais 1 Distrital, e mesmo o Presidente da República são pessoas que precisam ser avaliados e testados por cada um dos 150 milhões de eleitores. É no voto que a democracia é realizada e está nas indicações para preenchimentos de cargos ou mesmo para eleições no cumprimento de dever das votações do rumo do país. Sim. O projeto que pode mudar ou ferrar (desculpe a palavra) a sua vida (com todo o respeito), mas quando for votado e poderá causar um caos dependendo da questão, você vai pensar porquê não pensou melhor.

Transformar todos em possíveis candidatos é uma ótima opção sim. A candidatura avulsa, aquela que não precisa de partido político é a beleza e a sofisticação do processo democrático. Não é preciso criar legendas, correlegionários, redutos eleitorais, vá na cara e na coragem. O fim do foro privilegiado, redução da máquina pública, a reforma administrativa, o fim dos supersalários, dos penduricalhos, a prisão em segunda instância, as liberdades individuais e coletivas deveriam ser mais respeitadas e ampliadas, somente quando houver crimes, corrupção, desvios, crimes de qualquer natureza, sim, deveria ser afastado e revisado se cometeu nenhum crime. Caso negativo, voltasse automaticamente ao cargo sem nenhum impedimento e divulgado na imprensa que foi um mal-entendido. Transparência. Esforço comum. O Brasil clama por justiça e celeridade nos processos. Quem tem direito a voto pode ir a urna, inclusive a obrigatoriedade é um desaforo contra a liberdade de não desejar exercer seu papel. Precisa ser também revistado.

O Brasil precisa ser passado a limpo e você que lê esse texto sabe disso. Seus pais já falavam isso e que um dia ia melhorar. Bem, a hora é agora para fazer isso acontecer, porque se você não fizer nada, nada vai acontecer. Você não estuda, não casa, não trabalha, não come e nem pode ser enterrado, porque não pagou por isso ou não decidiu a tempo, dependerá de outros para fazer a escolha que você pode fazer. Você deixa isso proceder? Quer ser agente passivo e continuar sendo dependendo de qualquer um que tenha a ousadia de dizer que você não merece? Eu acredito no processo democrático, nas leis, mas eu acredito mais em você que faz a roda girar pagando seu IPTU, IPVA, IPI, imposto daquilo, imposto disso, taxas, contribuições, emolumentos, tarifas e outras tantas nomenclaturas que faz o dinheiro que você demorou um dia, um mês ou mais para conseguir ir para a máquina pública e você não ter certeza para onde esse dinheiro vai, porque o esquema é tão complexo que demoraria mais de uma hora para explicar como funciona; talvez até um especialista se embaralhe todo. É melhor reduzir, amenizar. Proteste fazendo o que você deve fazer até 2100 ou mais: enviando e-mails, cobrança, postando nas redes sociais, gravando vídeos, áudios, etc. Sua voz é a sua liberdade e talvez “eu não concorde com nenhuma fala que você diz, mas defenderei até a morte o seu direito e pensamento de dizê-las”. (Voltaire)

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