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Quinta-Feira, 18 de Julho de 2019

Ângela Schiezari Garcia

Educadora física; fisioterapeuta; osteopata;
radiestesista genética; microfisioterapia em formação.
Terapeuta de self-healing,leitura biológica, pós-graduada em ginástica postural corretiva,em fisiologia do exercício e em personal training.
Estágios:
* Laboratório do Comportamento Motor da Escola de Educação Física e Esportes da USP.
* Condicionamento Físico e Reabilitação Cardiovascular na Unidade de Reabilitação Cardiovascular e Fisiologia do Exercício do INCOR HC – FMUSP.
Escritora, com livro de poesias "A Real Dualidade", publicado em 2007.

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A importância do reencontro



Há algum tempo amadureci a ideia de reunir os amigos “basqueteiros” e o pessoal que fez parte da Escolinha e Treinamento do BOOM – grupo formado ao longo dos anos para representar o basquetebol do GUS, em diversos campeonatos oficiais, jogos regionais, torneios e amistosos do Município de São Roque.

A saudade somada às constantes solicitações de alunos e amigos foram as principais responsáveis pela decisão em buscar uma data adequada para que o sonho de muitos se tornasse realidade.

Foram inúmeras tentativas, até conseguirmos agregar grande parte dos atletas, por meio do Facebook e definir a programação oficial do evento: dia de 3 fevereiro, domingo, a partir das 9h00, no Grêmio União Sanroquense.

A notícia se espalhou rapidamente e em questão de uma semana recebi cerca de 60 mensagens demonstrando o interesse em participar ou já confirmando a participação. Tive a certeza de que o reencontro aconteceria, de fato.

Durante a semana comprei uma bola oficial de basquete, separei o material de jogo, apitos, súmulas e também bexigas coloridas para enfeitar o ginásio do GUS, junto a um cartaz que dizia: “I Encontro de Gerações do Basquete do GUS e Alunos do BOOM”.

Reinaldo, um dos funcionários mais antigos do clube, me recebeu com o mesmo carinho de anos atrás e nos auxiliou na montagem do placar, na colocação das mesas e na limpeza geral.

Enquanto aguardava a chegada dos participantes, revivi cenas emocionantes, engraçadas e desafiadoras do passado ao mesmo tempo em que caminhava ao redor do Ginásio de Esportes, percebendo a mudança positiva de muitos detalhes.

O coração batia mais forte e comovida respirei fundo para receber os primeiros convidados. Luiz Boccato se apresentou com a linda família e o mais curioso foi que o filho caçula segurava uma bola de basquete mirim, pronto para o bate bola. Outros vieram de São Paulo, Sorocaba e região...

O ritual compreendeu a formação de um grande círculo para o alongamento assim como fazíamos no passado.  Lembrei-me de Suichi, que usava de todas as artimanhas para não participar e em cada treino contava uma história diferente, mas apesar de tanta criatividade acabava do meu lado.

Depois a divisão das equipes e a distribuição dos coletes para organizar as mais de oito equipes formadas. Confesso que cheguei a ficar confusa no meio de tantos jogadores e, ao ser intimada por eles a jogar, quase me escondi sob o banco de reservas. Há anos não jogava, mas não poderia negar a imensa vontade de jogar como nos bons tempos. E mal acreditei quando fiz uma cesta de três pontos (chuááááááá). Minha alegria foi completa e todos pulavam, comemoravam como se fosse uma final de campeonato, mesmo tendo sido a minha única cesta.

Ao término dos jogos, voltamos ao grande círculo para um bate papo sobre a experiência do reencontro.

Eu os olhei fixamente e os flashes de nossas conversas do passado vieram à tona. Alguns relembraram lances engraçados dos jogos, outros falaram da importância do esporte para a sua formação do caráter e dos princípios cristãos, outros relataram a importância da conversa nos finais dos treinos e da amizade do grupo.

Edson referiu-se à palavra “esperança”, para que o Basquete consiga ocupar o seu lugar, seja praticado de forma mais abrangente e respeitado no meio esportivo, assim como tantos outros. Rodolfo, Maurinho e Tato relembraram fatos marcantes e a enorme luta dos veteranos para a continuidade do trabalho.

Enfim, depoimentos de todas as gerações vibrando a energia agregadora e mágica do Basquetebol somados aos risos, lágrimas e gestos descontraídos da grande família.

No final, de mãos dadas, uma prece de agradecimento e ao mesmo tempo um pedido de proteção para todos os jovens, inclusive para os nossos irmãos do sul e seus familiares.

A corrente poderosa do amor, da amizade com o lema: “FORÇA, GARRA e UNIÃO”, relembra o grito de guerra, que nos conduzia antes e ao final de cada partida e, que até hoje, nos faz lembrar a missão de um jogador de basquete, que jamais desiste de alcançar seus sonhos.

O reencontro nos revigorou e ao mesmo tempo reforçou o sentimento de um guerreiro de luz, em busca do bem mais precioso: a amizade!

Obrigada por me fazerem tão feliz...

Amo vocês.

 

 

 










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