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Quarta-Feira, 17 de Julho de 2019

Ângela Schiezari Garcia

Educadora física; fisioterapeuta; osteopata;
radiestesista genética; microfisioterapia em formação.
Terapeuta de self-healing,leitura biológica, pós-graduada em ginástica postural corretiva,em fisiologia do exercício e em personal training.
Estágios:
* Laboratório do Comportamento Motor da Escola de Educação Física e Esportes da USP.
* Condicionamento Físico e Reabilitação Cardiovascular na Unidade de Reabilitação Cardiovascular e Fisiologia do Exercício do INCOR HC – FMUSP.
Escritora, com livro de poesias "A Real Dualidade", publicado em 2007.

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Ações simples que auxiliam o combate ao mal do século.



Recentemente tive a oportunidade de visitar Londrina durante a realização de um curso na área da saúde, e fiquei impressionada com a quantidade de parques e áreas verdes destinadas à prática de atividades físicas e de lazer.

Após o horário das aulas, durante quase uma semana realizei exercícios ao ar livre, em volta de um lago com 2.300km de extensão. Ao mesmo tempo, entrevistei pessoas de todas as idades para obter informações mais precisas sobre a eficácia dessas atividades na qualidade de vida delas.

As senhoras acima de 70 anos chegavam à praça de ginástica até mesmo após as 21h00 e me relataram que frequentam o local há mais de 2 anos ininterruptamente, pelo fato de se sentirem melhor, não só pela redução do peso e das dores na coluna e no corpo, como também por terem tempo para o lazer, a conversa e o alívio do estresse.

As crianças pequenas se divertiam à beça. Assim que chegavam faziam alongamento, imitando os adultos. Os pequenos flexionavam o joelho na tentativa de encostar o pé no glúteo e faziam de forma correta e natural. Achei fantástico!

O painel de alongamento era seguido por grande parte dos praticantes, antes e após o término da caminhada, da corrida e dos exercícios físicos.

Os corredores, caminhantes e atletas contemplavam a paisagem saudável no pôr do sol, que refletia seus raios na superfície do magnífico lago; um cenário digno de ser admirado.

Sentada na grama fiquei imaginando a possibilidade de instalarmos mais locais e praças destinados a esse fim, educando a população para a conservação dos equipamentos e para a maneira adequada de realizar caminhadas, corridas e esportes em geral.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, a obesidade no mundo dobrou desde 1980, incluindo crianças com sobrepeso abaixo de cinco anos numa escala absurda. Esse dado é preocupante e nos permite associar a obesidade com as doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, alguns problemas músculo-esqueléticos  e até alguns tipos de câncer.

De acordo com dados obtidos nos Conselhos Federal e Regional de Educação Física há um percentual de 50% de obesos que iniciam o tratamento e desistem por inúmeras dificuldades. Para tanto se faz necessário a atuação de equipe multidisciplinar composta por educadores físicos, psicólogos, endocrinologistas, nutricionistas, entre tantos outros.

Atualmente as universidades, as entidades e associações desenvolvem diversos programas e pesquisas voltados para o incentivo de práticas saudáveis, reduzindo o número de doentes, de mortalidade, bem como os custos com medicamentos e outros gastos relacionados à manutenção da saúde.

Cada área implantada de forma coerente seja um parque, uma ciclovia ou uma praça esportiva incentivará as pessoas a dar o primeiro passo.

Senti grande entusiasmo ao ver que com algumas ações práticas e educativas podemos colher bons frutos de saúde, disposição, redução da violência, ganho de novas opções de diversão e de amigos.

E na minha tela mental pedi ao Universo que nos traga dias melhores com relação à essa conscientização de que o progresso, a beleza, a limpeza e a saúde dependem de cada um de nós.

O mal do século talvez não seja a obesidade e sim a falta do “despertar da consciência”.

 

 










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