Sexta-Feira, 5 de Março de 2021

Walber Sousa

Consultor Empresarial, atua em empresas de Pequeno e Médio porte, nas áreas Administrativa, Finanças e Controladoria; Formação em Ciências Contábeis, Pós Graduação em Contabilidade Gerencial e Controladoria e MBA FGV em Gestão Empresarial.

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Ameaças e Oportunidades - Covid-19 - visão de 03 especialistas RH, MKT e Finanças



A crise do COVID-19 – Na visão de 03 especialistas: Finanças, Marketing e RH/Inovação

Crises sempre fizeram parte da vida dos brasileiros, entretanto, a atual (pandemia Covid-19), tende a ser intensa, mas como outras que vivemos anteriormente, sempre acompanhadas de oportunidades que deverão ser devidamente analisadas e colocadas em prática.

 

Impactos e Soluções na Visão do MKT

 Por: Marcelo Rogick Pacheco, diretor da MKT Sorocaba, consultoria em Marketing e Vendas

www.mktsorocaba.com.br

contato@mktsorocaba.com.br

 Por essa ninguém esperava... Num momento de retomada dos negócios, de mangas arregaçadas para se produzir mais, fomos compelidos à reclusão.

Esse é o mundo moderno, que passou do planeta dinâmico ao VUCA e deste ao híbrido numa velocidade alucinante.  Há tempos o mundo vem passando por um “tesarac”, isto é, por uma transformação brusca que se iniciou com os movimentos da globalização. Com isso, são quebrados os paradigmas sociais, econômicos, culturais e comportamentais, para que surja uma nova ordem social. Foi assim com o Período Renascentista, com a Revolução Industrial e a Abolição da Escravatura. Como será daqui para frente, ninguém sabe. Ainda estamos construindo esse futuro.

 Talvez, por essa razão, os “gurus e suas técnicas milagrosas de sucesso” tenham desaparecido neste momento.  Especificamente, no âmbito da comunicação, fala-se em geração de conteúdo, posts positivos, lives, etc... ou seja, mais do mesmo. Fala-se apenas aquilo que já era previsto, mas não era feito, alegando-se falta de tempo ou prioridade.

 A lição disso tudo é que algumas das bases da Administração e do Marketing preconizadas por Peter Drucker se tornam mais relevantes, pois tratam do planejamento estratégico e da inteligência competitiva. Como a maior parte das empresas não possui um plano de negócios estruturado e nem um método de captar informação de mercado, as empresas vão sendo levadas para onde a maré conduz.

 E você pode até se perguntar se um planejamento livraria sua empresa da reclusão. E a resposta é óbvia que não teria como se prever isso. No entanto, um planejamento sistematizado e alimentado constantemente por informações novas permite o surgimento de ideias todos os dias, com o compartilhamento e disseminação às equipes das possibilidades de mudanças e inovações naquilo que oferece. Em suma, todos estariam melhor preparados para pensar em soluções. Inclusive, seria uma postura de valorização dos colaboradores por fazerem parte do “propósito”, unidos e responsáveis por apontar e construir o melhor caminho.

 Mas o Covid19 está aí, mostrando que no mundo híbrido, ao mesmo tempo em que você rema no seu barquinho particular e com seus próprios interesses, também somos obrigados a remar juntos pela sociedade e pela própria vida. O momento exige conexão, interação e empatia ao mesmo tempo, pois sem dinheiro estamos prestes a encarar uma forte crise econômica.

 E, neste momento repleto de incertezas e informações desencontradas, precisamos organizar as ideias e pensamentos, para vencer a ansiedade, o nervosismo e a insegurança quanto ao porvir.

 O excesso de informação gera desinformação. Como não há controle sobre a situação externa ao seu negócio, como renovação de contratos, manutenção de colaboradores, revisão de prazos e valores, necessidades de investimentos, entre outros fatores, o foco tem que ser naquilo que ainda conseguimos dominar.

 Comece ponderando sobre o propósito empresarial, se ainda está se mobilizando conforme aquilo que te motivou a construir ou participar de determinado projeto ou empresa. Os sentimentos e vontade ainda são os mesmos? Onde foi que você deixou o entusiasmo? Por que entrou tanto no operacional e esqueceu-se do estratégico?

Isso vai salvar o negócio e trazer lucro? De imediato, é lógico que não. Mas, alimentando essas ideias e estimulando suas sinapses você começa a abrir a terra para, depois, plantar as sementes.

 Dessa análise, algumas atividades concretas irão surgir: você vai pegar os cartões de visitas de clientes e avaliar um a um as futuras ações e possibilidades; poderá rever os clientes inativos e aprender as razões de perda; dedicará tempo a desenvolver os projetos que estavam em sua cabeça; desenvolverá um formato de capacitação de equipes, etc.

 Ah, mas isso não vai ajudar a sair da crise de imediato? Óbvio que não.

Até mesmo porque serão raríssimos os que conseguirão isso.

Mas essa reflexão é um pré-planejamento que conduzirá as ações para um movimento mais adequado a cada nova necessidade que surgirá, preparando que seu negócio seja veloz e eficiente com o surgimento das oportunidades.

 O cenário desta crise atual, no mundo híbrido, é diferente das outras crises que já passamos. Ainda não há experiência aprendida sobre o que fazer ou como fazer.

Por isso, ter os pés no chão é importante para que execute ações perenes.

 Logo após o retorno das atividades, a tendência é de fortes e imediatas atividades em comunicação e na força dos canais de venda, pois todos tentarão minimizar os prejuízos. Mas isso deverá durar cerca de dois meses, pois as perdas havidas na reclusão impõem restrições aos investimentos. Muita demanda, baixa procura, queda na lucratividade, menor capital de giro.

 As luzes verdes irão se acender e a estratégia é pensar sim numa boa largada, mas com a obrigação de se manter com velocidade e potência durante um período mais longo.

Isso exige foco em três pilares essenciais: planejamento, pessoas e capital.

 O planejamento delineará as atividades táticas a se executar, com vistas a manter e captar clientes com rentabilidade. Para isso, é importante que as pessoas estejam cientes da real situação e compartilhem, empaticamente, das necessidades de todos os envolvidos. Porque o montante que se terá para investir não vai tolerar muitas margens de erro.

 Infelizmente, nem todos os negócios irão sobreviver.

Então é bom se preparar.

 

Impactos e Soluções na Visão de Controladoria e Finanças

 Por: Walber Almeida Xavier de Sousa, Consultor em Finanças e Controladoria – Diretor da AXS Consultoria Empresarial

www.axsconsultoria.com.br

contato@axsconsultoria.com.br

O efeito negativo do COVID-19.

Os empresários brasileiros, vivem crises atrás de crises em seus “curriculuns”, saber conviver e superar, o que os diferencia de empreendedores de todo o resto do mundo.

Mal havíamos saído de um cenário devastador, talvez a maior recessão econômica dos últimos 50 anos, os estragos deixados pela gestão federal entre os anos de 2014 a 2017, com PIB´s negativos, fazendo com que nosso PIB (Produto Interno Bruto) “andasse para trás”, e agora um novo impacto.

Dessa vez é bem mais forte!

Semanalmente projeções do PIB no mundo, vem sendo revisadas, e a do Brasil que no início do ano era de 2,2% (2020), hoje 10/04/2020 já sinaliza -5,3%.

Onde vamos parar?

Empresas com atividades suspensas por tempo indeterminado, algumas buscando o Delivery como alternativa, outras aguardando a liberação para reiniciar as operações, grande parte aguardando o suporte disponibilizado pelo governo com a ajuda financeira com empréstimos a juros baixos para manter a folha de pagamento, porém, é comum ouvirmos que essa ajuda não está se concretizando.

Bancos de primeira linha segurando créditos aos empresários (liberando apenas com garantias reais).

Enfim, o cenário é desafiador!

Quais ações colocar em pratica no Pós-Pandemia?

Quando ouvir uma fórmula mágica, descarte!

Não há soluções fáceis para o momento, “estamos atravessando um nevoeiro”, conseguimos no máximo enxergar poucos metros a frente, temos que reduzir a velocidade e redobrar a atenção.

Um dia atrás do outro!

Os exercícios serão grandes, a missão dos empresários mais uma vez vai exigir dedicação total e podemos citar pontos que deverão fazer parte de sua rotina:

  •          Fluxo de Caixa – acompanhamento diário, muita atenção
  •          Quadro de Colaboradores – evitar demissões, buscar reter ao máximo, principalmente profissionais com capacitação técnica
  •          Flexibilidade – negociar o Contas a Receber cedendo prazo e minimizando juros para que possa realizar o recebimento, e também com o Contas a Pagar, negociando com os fornecedores juros e prazos, com a manutenção do abastecimento dos estoques.
  •          Impostos – no período de insuficiência financeira, não efetuar os pagamentos, uma vez que o equilíbrio sinalize que estará próximo, um parcelamento deverá ser estruturado no maior prazo possível.
  •          Revisão de Custos e Despesas – esse exercício deve ser utilizado a qualquer momento em empresas, principalmente agora, tudo que não é essencial deve ser suspenso.
  •          Definir um novo Custo Fixo Total – para isso é importante estruturar o Custo Fixo Total atual de forma analítica e redefinir o limite que a empresa suportará, entretanto, com fortes reduções.
  •          Dívidas com Bancos – o primeiro passo e suspender os pagamentos imediatos, sempre de forma transparente (comunicando os bancos), caso o Custo Financeiro e as parcelas mensais estejam comprometendo o Fluxo de Caixa a Renegociação de todo o Passivo Bancário pode ser uma alternativa (sempre realizada por profissionais especializados, pois conseguiram negociações diferenciadas).
  •          Redução das Margens e Variedade de Produtos – estoques menores, focando principalmente em produtos com maior rotatividade, definir ABC; a redução dos preços para aumentar o giro das mercadorias não pode ser deixado para um segundo momento.
  •          Ponto de Equilíbrio – redefinir essa métrica. Essa informação é fundamental para qualquer empresa, em qualquer momento, principalmente o que vamos atravessar em breve. Quanto a empresa deve vender para zerar o resultado?
  •          Gestão Empresarial – essa pratica deverá fazer parte do dia a dia de empresários (pequenos, médios e grandes) que queiram se manter ativos, mesmo cheios de obstáculos a serem superados. Acompanhar os resultados empresariais, por meio de Relatórios Técnicos, como: DRE (Demonstração dos Resultados do Exercício), Fluxo de Caixa, Relatórios Gerenciais, Gestão de Estoque, entre outros.

Em situações como a que estaremos em breve vivenciando, será mais do que necessário, a busca por apoio, mesmo que de forma rápida (pontual), a visão de profissionais de Consultoria e Assessoria Empresarial, nas mais diversas áreas: Finanças, RH, MKT, Produção, Logística, entre outras.

Esses profissionais, uma vez analisando o cenário empresarial (interno) e a economia do segmento (externo), podem orientar empresários, de ajustes e ações, que uma vez realizados (colocados em prática), agregarão melhores resultados a Gestão.

 

Impactos e Soluções na Visão de RH e Inovação

 Por: Daniel Carvalho Luz, Professor e Especialista em Gestão de Pessoas e Inovação

daniel@universocorporativo.com.br

EM TEMPOS DIFÍCEIS, DEVEMOS DOBRAR A INOVAÇÃO

As últimas duas semanas foram bastante agitadas em todo o mundo.

Há muita incerteza e até pânico em relação ao coronavírus, seu impacto atual e potencial em nossa economia e, é claro, seus efeitos em pessoas de todo o mundo.

Como resultado, estamos vendo cada vez mais ações sendo tomadas para mitigar a propagação do vírus. Os negócios estão se preparando para os tempos difíceis que podem estar à frente, caso a doença continue se espalhando e as ações para mitigá-la se tornem ainda mais comuns.

Embora seja obviamente inteligente se preparar para uma possível desaceleração definindo prioridades, concentrando-se no essencial e depois diminuindo o resto, infelizmente também estamos vendo várias organizações reduzirem a inovação até que um “momento melhor” surja no futuro.

Isso é, no entanto, míope. Independentemente de quão terrível a situação possa ser, a inovação realmente não deve ser uma das coisas que são cortadas quando você vê problemas no horizonte.

Vejamos por que esse é o caso. Se você é um dos inovadores que teve que começar a defender seu trabalho, espero que este artigo possa fornecer munição para a luta.

Por pior que seja a economia, sempre existem empresas que prosperam em tempos difíceis. Mas quem são essas empresas?

Em essência, são principalmente as empresas que oferecem mais valor para o cliente. Empresas que ajudam seus clientes a vencer os desafios.

As crises econômicas são sempre um ótimo momento para inovações disruptivas.

É muito mais fácil para esses ‘disruptores’ obterem negócios, pois consumidores e empresas estão procurando ativamente maneiras de atender às suas necessidades com soluções novas e mais acessíveis.

Empreendedores inteligentes e líderes de negócios conhecem a oportunidade que essas situações representam para eles, o que significa que veremos muitas alternativas novas e inteligentes de baixo custo que usarão novas tecnologias e modelos de negócios para minar e perturbar os operadores históricos, conhecidos também como “tradicionais”, em uma ampla variedade de mercados.

O que piora a situação para esses tradicionais é que eles geralmente reduzem ou cortam seus investimentos em melhoria de seus próprios produtos e serviços para tentar lidar com a situação, o que permite que os participantes que inovam, realmente se recuperem ainda mais rápido do que teriam feito.

 A inovação é uma ótima ferramenta para cortar custos - da maneira certa

Quando as empresas percebem problemas no horizonte, naturalmente tentam se preparar para isso, como deveriam, o que normalmente significa aumentar reservas de caixa, reduzir custos operacionais e reduzir investimentos futuros em áreas como aumento da capacidade de produção.

No entanto, o que você não quer fazer é reduzir os custos de uma maneira que realmente acabe prejudicando você a longo prazo.

Você pode se sentir confortável por alguns trimestres, mas se a desaceleração durar mais, você acabará tendo mais problemas.

Mesmo se você sobreviver até o final da crise, não terá mais nada para construir seu crescimento futuro e ficará lá parado com a concorrência passando por você de todos os lados, enquanto tenta reunir sua resposta ao problema. novos produtos, serviços e modelos de negócios que os concorrentes vêm aperfeiçoando há algum tempo.

Dito isto, existem muitas maneiras de reduzir os custos que fazem sentido, tanto a curto quanto a longo prazo. 

 Ganhos rápidos

Ganhos rápidos podem servir como o kit de primeiros socorros para o seu negócio. Essas são áreas nas quais você pode ver os resultados imediatamente. Geralmente, essas são as coisas que todos sabem que são caras e realmente não produzem resultados, mas que foram mantidas por um motivo ou outro.

Frivolidades desnecessárias

Frivolidades são basicamente as coisas que são simplesmente desnecessárias, ou apenas agradáveis ​​de ter coisas nas quais ninguém realmente se preocupou em pensar durante os bons tempos.

Individualmente, eles realmente não têm muito efeito, mas quando você combina dezenas ou centenas delas, elas podem acabar fazendo diferença financeiramente.

Reestruturação

Embora a reestruturação seja sempre dolorosa, quanto mais cedo você fizer, geralmente, melhor será.

Melhorias na produtividade

As melhorias de produtividade ajudam você a ganhar mais com menos, o que significa que elas obviamente devem estar no centro de todos os programas de redução de custos.

As melhorias de produtividade geralmente levam algum tempo para serem implementadas, o que significa que, se a situação for grave, talvez seja necessário tomar algumas das medidas acima para aumentar as reservas de caixa antes que o impacto do aumento da produtividade comece realmente a ocorrer.

No entanto, a beleza das melhorias de produtividade é que seus efeitos não se limitam apenas a um impacto de curto prazo nos resultados. Seus efeitos permanecerão por muito tempo e podem até se tornar uma clara vantagem competitiva para os negócios daqui para frente.

O interessante é que, por definição, você precisa de inovação para obter melhorias na produtividade.

A automação e inovação de processos são provavelmente os exemplos mais óbvios desses tipos de melhorias. Como você pode ver, essas quatro áreas cobrem muito terreno e oferecem muitas opções para reduzir custos.

Tempos difíceis proporcionam novas oportunidades de inovação

Sem inovação o futuro será exatamente o mesmo de hoje, e isso simplesmente não será suficiente para ser competitivo no futuro.

Investir em inovação não é algo bom de se ter, é uma necessidade apenas para permanecer no jogo.

Se a situação for grave, você deve, é claro, concentrar seus esforços de inovação na melhoria da produtividade e eficiência primeiro para encontrar maneiras de sobreviver e tornar seu negócio principal mais competitivo no futuro.

No entanto, como mencionado, uma desaceleração é um ótimo momento para introduzir novas inovações de ‘baixo custo’ no mercado, pois, embora haja menos demanda geral, provavelmente haverá mais demanda e vontade de experimentar novos serviços e produtos que oferecem mais por menos.

O ponto positivo aqui é que, quando a demanda por suas ofertas mais caras é inexistente ou significativamente reduzida, naturalmente há menos desvantagens da canibalização.

Também é muito mais fácil descobrir novos problemas dos quais as pessoas não estavam cientes ou pelo menos não consideravam uma prioridade.

Juntos, esses fatores fornecem muitas oportunidades, provavelmente inexploradas, pelas quais consumidores e empresas estariam dispostos a pagar. Essas inovações podem ser os direcionadores do seu crescimento futuro.

Além disso, uma desaceleração é um ótimo momento para investir em inovação, em grande parte porque muitos de seus concorrentes provavelmente não estão fazendo isso!

Isso significa que, concentrando seus esforços em inovação, você pode construir uma sólida vantagem sobre a concorrência que está apenas procurando sobreviver e sair forte quando a demanda voltar a crescer.

Por último, mas não menos importante, os tempos difíceis podem ajudá-lo a criar um forte senso de urgência, que geralmente é necessário para que as mudanças aconteçam nas grandes organizações, e isso certamente também é verdadeiro para a inovação.

Assim, aproveite a crise e tente levar as pessoas da organização a apoiar a inovação para ajudá-lo, como organização, a construir juntos um amanhã melhor.

Pontos de ação

Portanto, para resumir, quando houver tempos difíceis, não reduza a inovação. Duplique, inove muito mais!

Aqui está uma rápida visão geral das etapas que você pode considerar executar quando encontrar problemas no horizonte:

Use a crise para criar um senso de urgência;

Se necessário, encontre maneiras de usar a inovação para reduzir custos e fornecer o fluxo de caixa necessário para investimentos futuros;

Prossiga com as oportunidades oferecidas pelo cenário em rápida mudança, geralmente com inovação adjacente ou revolucionária, focada no mercado mais baixo.

E lembre-se de que a velocidade é essencial.

 










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