Terça-Feira, 20 de Agosto de 2019

Davi Junior

Davi Simão, 28 anos, publicitário, jornalista e especialista em Gestão de Marketing. Fã de animação japonesa e um entusiasta da cultura pop mundial desde que se entende por gente.

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Brasil é tri-campeão no Mundial de Cosplay no Japão!



 

O Brasil é tri-campeão! E eu não estou falando a manchete de maior circulação de 1970 no Brasil, mas a exclusividade do título só é comparável a final  contra a Itália na Copa do Mundo do México.

Neste final de semana, a dupla de irmãos brasileiros Maurício e Monica Somenzari conquistaram o World Cosplay Summit, o maior campeonato cosplay do mundo! O título já é o terceiro a vir para as terras tupiniquins. Em entrevista a TV Aichi, patrocinadora do evento, Maurício delaclarou “Eu apenas gostaria de expressar minha gratidão a todos que nos apoiaram, nossos amigos brasileiros que vieram para este evento, e ao nosso pai que está conosco mesmo em tempos difíceis“.

Cosplay (em japonês: コスプレ, Kosupure) é abreviação de costume play ou ainda costume roleplay (ambos do inglês) que podem traduzir-se por “representação de personagem a caráter“, e tem sido utilizado no original, como neologismo, conquanto ainda não convalidado no vocabulário português, embora já conste doutras bases, para referir-se a atividade lúdica praticada principalmente (porém não exclusivamente) por jovens e que consiste em disfarçar-se ou fantasiar-se de algum personagem real ou ficcional, concreto ou abstrato, como, por exemplo, animes, mangás, comics, games ou ainda de grupos musicais — acompanhado da tentativa de interpretá-los.

O primeiro World Coplay Summit (ou simplesmente WCS) aconteceu em 2003, como resposta a popularidade internacional do cosplay. O evento tem crescido ano a ano e passou a incluir 13 países na competição, que durante um ano selecionam os melhores performancistas para representá-los na grande final japonesa.

No Brasil, o evento e patrocinada por diversas empresas do setor de quadrinhos e cultura pop que realizam seletivas nas cinco regiões do país para então realizar a competição final nacional que leva a melhor dupla até o Japão.

Não é a primeira vez que os irmãos Maurício e Monica Somenzari representam o Brasil. A dupla foi a responsável pelo primeiro título brasileiro em 2006, quando se vestiram de Rosiel e Alexiel do anime Angel Sanctuary. A segunda vitória brasileira ocorreu em 2008, quando Gabriel Niemitz e Jéssica Campos venceram interpretando os personagens de Burst Angel.

Maurício é é designer de moda e Mônica é fotógrafa, mas sua paixão pela arte das fantasias vem de mais de uma década. Para o WCS 2011, a dupla preparou cosplays baseados na mundialmente famosa franquia de jogos Final Fantasy, que completa 25 anos nesse ano. Como Balthier e Ultima do décimo segundo título de Final Fantasy, a dupla foi avaliada a partir da fidelidade das vestimentas, semelhança com os personagens originais, performance como atores e criatividade na apresentação.

Em uma emocionante final contra a Itália, que assim como o Brasil na final da Copa do Mundo de 1970, era o único país que se equiparava ao Brasil em quantidade de títulos e que poderia se tornar o primeiro país bi-campeão do mundo. Pois não deu outra e o Brasil se sagrou campeão pela terceira vez na competição. “Estou tão feliz. Esta é a segunda vez que fui campeão. Eu gostaria de agradecer a todos que nos apoiaram em chegar até aqui” declarou Mônica a TV Aichi do Japão.

Como se apenas o bi-campeonato não bastasse, os irmãos Somenzari ainda conseguiram um feito inédito: foi a primeira a conseguir uma nota perfeita (100) dos jurados do evento. O principal destaque que contribuiu com vitória brasileira foi estrutura da fantasia de Mônica, que possuía seis asas que se movimentavam.

Confira abaixo um video amador capturado pelo grupo Nihon-Brasil:

No Brasil o cosplay já traz adepto desde meados dos anos 90 e vêm crescendo cada vez mais desde os anos 2000, graças ao crescimento dos seriados, animações e quadrinhos japoneses comercializados no Brasil. Apesar de grandes adeptos, são poucas as empresas que apoiam os adeptos dessa cultura que sofrem com a falta de patrocínio de grandes empresas. Mesmo não sendo este um problema restrito aos cosplayers brasileiros, fica o registrode uma grande falta de sensibilidade comercial à setores mais específicos da cultura pop mundial.










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