Sexta-Feira, 15 de Novembro de 2019

Caroline Silva Fraga

Eu sou Fonoaudióloga, Palestrante, trabalho com aperfeiçoamento da comunicação.
Eu atuo na área de Aperfeiçoamento da Comunicação há 06 anos. O que eu venho percebendo atendendo inúmeros clientes a falta de “consciência” da forma como se comunica e perdendo assim, oportunidades de conquistar um emprego ou uma promoção tão sonhada.Então, eu quero te ajudar a ter consciência a partir dicas, orientações e notícias sobre fala dicção, projeção vocal, qualidade da voz, postura corporal, expressões faciais, construção de argumentos etc.

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Construa o roteiro da sua apresentação: 3 passos importantes



                                     

 

                                                  

 

 

Olá,

 

 Se você começou 2019 focado em:

Alavancar a sua carreira profissional e crescer dentro do seu trabalho...

 

Você precisa se preparar para se tornar um bom orador, você precisa construir o seu discurso entre dez a quinze dias antes do evento. Comece sua preparação sentando-se com lápis e papel por vinte minutos – nem mais, nem menos. Escreva pelo menos cinqüenta perguntas sobre o seu tópico. Cinquenta é o mínimo, mas você deve tentar o maior número possível. Escreva suas perguntas o mais rápido que puder. Não reflita muito sobre elas. Por isso o limite de vinte minutos é importante. Esta etapa da preparação é uma corrida rápida, não um passeio por sua biblioteca mental.

Durante essa sessão de vinte minutos você criará o esboço da sua fala – e precisamos enfatizar a importância de colocá-lo na forma de perguntas.

Pesquisas mostram que isso é muito mais estimulante para o cérebro do que um esboço convencional, e, como não vai dar as respostas nesse momento, é algo que pode ser feito rapidamente. As respostas virão mais tarde, em outras sessões mais próximas da sua apresentação.

Deixe-me repetir que seu primeira passo deve se limitar a vinte minutos, e ela deve ser feita à moda antiga, com lápis e papel.

No segundo passo você começará a responder às suas perguntas e fornecer suporte às suas ideias. É aqui que o computador se torna uma ferramenta essencial. Comece criando um arquivo com suas perguntas – elas devem ser pelo menos cinquenta – e escreva rapidamente as respostas baseando-se em seu próprio conhecimento. Escreva-as como se estivesse conversando com um amigo. Ao contrário da primeiro passo, você não precisa se limitar a vinte minutos. Mas também não sinta que precisa responder a todas as questões.

Apenas trabalhe até sentir que sua energia começa a diminuir. Resista à tentação de usar a internet para obter informações. Isso virá depois. Agora seu trabalho é acessar tudo o que você sabe a respeito do assunto, que é provavelmente muito mais do que imagina.

Talvez sejam necessárias várias sessões para responder a todas as perguntas, mas isso não será problema se tiver começado pelo menos dez dias antes da apresentação. E tenha certeza de terminar as respostas com três ou quatro dias de prazo. Nessas últimas sessões você pode buscar na internet fatos e números que melhorem aquilo que já escreveu. Lembre-se de que não precisa relatar tudo o que existe sobre o assunto. Idealmente, você domina a matéria, mas lembre-se que isso é bom tanto para a plateia quanto para você. O domínio permite que você se sinta à vontade no papel de autoridade no assunto. Não é algo que você tenha que demonstrar nas palavras que saem da sua boca. Então, escolha as informações pertinentes e contundentes que você quer incluir. Pense na sua fala como uma refeição especial que está preparando em sua casa para convidados de honra. Não pense nela como um restaurante por quilo.

Para algumas apresentações você terá pouca ou nenhuma informação anterior. Para outras será o oposto. Por exemplo, se vai falar sobre sua própria vida ou carreira, você terá vasto material sobre o tópico. Seu problema será selecionar e organizar a informação. Não tente contar tudo a sua plateia, porque isso é impossível. Seu discurso vai sair superficial e fragmentada. Por outro lado, se vai falar sobre algo que lhe é menos familiar, evite a tentação de procurar compensar com uma extensa pesquisa. Seja honesto consigo mesmo e com a plateia sobre seu envolvimento com o assunto. Você não precisa se confessar ignorante sobre ele, mas também não finja ser um perito. Talvez o melhor seja pegar apenas um aspecto do tópico e desenvolvê-lo. Cuide para que sua fala não seja uma abstração. Sirva-se de ilustrações, observações e revelações pessoais.

Pense em situações específicas que observou, e deixe que essas situações revelem princípios gerais. Seu objetivo deve sempre ser o de compartilhar seu ponto de vista autêntico com a plateia. Este pode ser o de um estudante animado e motivado, ou de um professor experiente e absolutamente genuíno, confiável e empático. Ao mostrar quem realmente é, você conquistará a boa vontade dos ouvintes.

Até aqui aprendemos sobre a criação do conteúdo para sua apresentação. Você deve estar se perguntando como deve organizá-lo para preencher o tempo alocado para falar. Você está imaginando como configurar todas essas informações em uma apresentação coerente. Se for como a maioria das pessoas, deve estar muito preocupado em não congelar, de repente, diante das pessoa.

Será que é bom decorar tudo ou parte do que vai dizer? Será que não deveria, pelo menos, colocá-la no papel?

Não, você definitivamente não deve decorar tudo nem parte do que vai dizer então, não deve escrevê-la. Se o fizer, sua apresentação vai soar como se você estivesse lendo e não falando.

Então, o terceiro passo é ensaiar a sua apresentação que deve acontecer de duas formas, e a primeira acontece inteiramente dentro da sua cabeça. Enquanto continua com sua preparação escrita, você deve constantemente rever, revisar e ensaiar mentalmente sua apresentação. Isso quer dizer que vai pensar e repensar seu assunto por pelo menos dez dias. Que ele seja a primeira coisa em que você pensa pela manhã, quando acorda. E pense de novo nele antes de dormir. Revise-o mentalmente enquanto toma o café da manhã. E de novo ao pegar a condução para o trabalho. Veja que novas ideias você consegue arrumar, ou que idéias velhas parecem não funcionar mais.

 

 


 

PENSE NOS SEUS OUVINTES E EM SUAS EXPECTATIVAS. PENSE TAMBÉM NAS SUAS PRÓPRIAS EXPECTATIVAS. 

 


 

 Quais os objetivos dessa apresentação? Você pretende informar, inspirar, entreter, convencer, persuadir... ou tudo isso ao mesmo tempo? Pense no ambiente físico em que sua apresentação vai acontecer. Qual será o tamanho do auditório? Quantas pessoas ele comporta, e quantas estarão efetivamente presentes? Quanta influência você tem nesses detalhes práticos? Por exemplo, é melhor não ter um espaço grande para um grupo pequeno de pessoas. Pensar nessas questões de antemão ajudará sua apresentação a atingir seus objetivos.

Identifique com clareza seu assunto e seu objetivo para si mesmo, e então deixe o processo criativo tomar conta. Quando isso acontecer, você pode começar a falar sua apresentação em voz alta. O carro é o lugar ideal para fazer isso, mas você também pode experimentar em casa, olhando para o espelho.

Sinta o ritmo das suas palavras. Revise e afine sua fala, tanto o conteúdo quanto a duração de cada parte. Se você for um orador inexperiente, a estimativa de tempo pode ser ilusória. Apesar do medo comum de ficar sem ter o que dizer, a maioria das pessoas tem mais material do que pensa. Isso é melhor do que ter pouco, mas pode prejudicar seu ritmo. As apresentações normalmente demoram mais do que o orador imagina que o conteúdo possa render.

Mas isso tudo é apenas um tipo de ensaio – o ensaio para si mesmo. Mas você deve também praticar sua apresentação com seus amigos. Você pode pedir a um amigo que ouça a uma apresentação completa, ou às suas ideias sobre o tópico.

Mas faça da apresentação o tópico principal da conversa o máximo que puder. Preste atenção à forma como as pessoas reagem às diferentes frases e ideias.

Conforme repete esses ensaios verá que uma estrutura começa a se desenvolver. Idealmente, ela será orgânica, mas é bom que organize sua fala conscientemente, de acordo com os modelos que você conhecerá mais adiante.

Tenha em mente aquilo que oradores experientes chamam de “as três regras de ouro”. Eu já falei sobre isso em 2018. Se você não lembra, releia de novo, caso não tenha lido, leia.

Uma aplicação simples dessa regra seria a divisão da sua palestra em três partes principais. Então, cada uma é também sub-dividida três partes. Dependendo do seu limite de tempo, cada uma delas poderá ter três subseções e assim por diante.

Alguma coisa na fórmula de três partes confere um fluxo natural à apresentação, que é algo desejável para um orador.

Seus ensaios mostrarão como é importante ter uma abertura e um encerramento de alto impacto.

 

Até breve,

Rumo ao sucesso!










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