Quarta-Feira, 1 de Dezembro de 2021

Thales Kroth de Souza

Thales Kroth de Souza é profissional de serviços financeiros, Tecnólogo em Gestão Financeira pela Unisinos, Técnico em Contabilidade, Bacharelando em Administração, Colunista em sites sobre finanças, tecnologia e relacionamentos.

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Liberdade econômica, o sucesso que o Brasil quer



Os investimentos são as consequências para começar a sua própria riqueza.

Uns investem tempo para acelerar seus procesos, outros automatizam fluidez em seus vocabulários melhorando habilidades que estavam precisando, o papel definido que a caneta possui na vida de milhões de pessoas é o suficiente para se dizer que a transformação tem reposta na educação. Quanto mais a visão cobrada para que resultados apareçam assustam, mas pais, responsáveis por políticas públicas, educadores veem que é um caminho sem volta.

Se bem que há diversas plataformas educacionais gratuitas para formar jovens e adultos que precisam se reciclar para voltar aos seus estudos e concluírem via EJA, ou outra modalidade como o ENEM fornece anualmente. O problema maior é que quase 92% das famílias brasileiras possuem celular, e mais de 40% não possuem saneamento básico. Algo de errado não está certo. Desculpe sair da sintonia, porém ess questão é irreconhecível já que milhares saíram da pobreza e ainda temos problemas educacionais. Os números nos mostram que não resolvemos o problema. (Dados do IBGE, 2019)

Outro fator que rege as consequências educacionais e como estamos para se levar à debate é o exame do PISA a qual avalia matemática, leitura e ciências deixando o Brasil m 57ª na lista de 77 países. (Dados do PISA, 2018) Deveríamos focar na resolução de problemas, entender como melhorias no ensino e na estratégia para as próximas gerações e a para a atual, inclue-se aí a ação para se melhorar já. O ponto mais forte é a estimativa de gastos: gasta-se quase 3,5 vezes mais no ensino superior do que no ensino básico. Eis que as reflexões já se alteram mais uma vez para a revisão de como precisamos equalizar investimentos da pré-escola e ensino fundamental com os de para fins acadêmicos.

Há muitas ideias originais buscando como melhor essas visões. Ainda é cedo para se dizer quando veremos alterações, mas a alternativa mais viável é quando alterações estiverem alinhadas para o desenvolvimento e crescimento do país. Quer ter a ideia se estamos na criatividade alicerçada? De 190 países, o Brasil está na 124ª posição no ranking sobre facilidade de se fazer negócios. (Relatório da Doing Business, 2020) O país sofre com camadas e setores muito regulamentados enquanto que outros não possuem ou sofrem com sua ineficiência.

Para a Dona Maria vender bolos e Seu José desenvolver a sua marcenaria é muito custosa e o Estado não facilita para que a liberdade econômica funcione livremente, ao passo que em contratos e negociações aos quais avaliam cláusulas, há muita mão do estado suficiente para parar a infraestrutura e a geração de empregos. O mercado sempre se ajusta melhor quando possui maior liberdade. Se mudar o horizonte de investimentos, o Governo prover que taxas bancárias e acesso de recursos estejam mais facilmente alcançados e a regulamentação não causar prejuízos para as camadas mais pobres, identificaríamos aí novos passos de sucesso para um novo Brasil.

Envie para ksthales@gmail.com dúvidas, informações, sugestões e comentários.












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