Segunda-Feira, 6 de Dezembro de 2021

Thales Kroth de Souza

Thales Kroth de Souza é profissional de serviços financeiros, Tecnólogo em Gestão Financeira pela Unisinos, Técnico em Contabilidade, Bacharelando em Administração, Colunista em sites sobre finanças, tecnologia e relacionamentos.

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Mas o que me interessa saber disso?



Em setembro de 2019, uma colega de classe na universidade, ao saber sobre o assunto com o colega do lado me disse: "Mas o que me interessa saber disso?" Eu já havia ouvido algo similar a muito, muito tempo, talvez no ensino fundamental, anos finais. O ponto de inflexão voltou.

Primeiramente a situei em uma escala de protagonista de sua vida, depois elaborei o planejamento que pessoas próximas delas poderiam ser afetadas, seu trabalho, o mercado global e depois ela mesmo. O fato original disso era a expansão da influência da China.

Nada mais interessante que eu ter citado uma possível abordagem do professor e historiador britânico Dr. Niall Ferguson quanto demonstra que, para a China alcançar o topo, os Estados Unidos precisam de um recuo de alguma forma, talvez de algum impacto economia, talvez uma epidemia, pandemia, ops... E quando eu falei esse exemplo, falei também em um programa de rádio em fevereiro de 2020 hoje repenso essa força que fez a China crescer 2,3% no ano e poucos países também registraram positivo para suas finanças. Será que isso tem sentido?

Eu tenho alguns critérios que uso como filosofia e princípios os quais aplico em minha própria vida. Simplesmente porque acho coerente e vejo evidências que para mim fazem sentido. O efeito borboleta, por exemplo, de Edward Lorenz (1917 - 2008) metereologista, matemático e professor norte-americano, que pode ser entendido rusticamente como que um simples evento isolado, como o bater de asas de um borboleta possuir o poder de influenciar o curso natural de outros eventos e, assim, provocar um tufão do outro lado do mundo.

É curioso o filósofo grego (hoje, turco) Heráclito (540 - 470 a.C.) posicionar-se dessa forma já que, segundo preceitos da economia, sem dinheiro nenhuma guerra é possível, pois sem financiamento ou recursos não há custo nem dívida é plausível um planejamento estratégico, então financeiro para uma batalha. Ainda na teoria do caos, sistemas complexos são incapazes de serem explicados facilmente, mas há determinadas indagações nos fenômenos que podem justificar a recorrência de eventos, então há uma previsibilidade talvez a curto prazo, mas não a longo prazo. Erros de arrendodamento, tipo a analogia do professor não considerar cinco casas depois da vírgula, porém em muitos detalhes que se encontram informações importantes.

Mas o que isso me interessa? Bem, o que uma economia pode fazer para tentar chegar ao topo? O que você conhece de pessoas que fariam de tudo para lucrar R$15 mil por mês? Conheço algumas que tentam ficar milionárias a vida toda. O ser humano sempre tenta caminhos mais fáceis até começar a chegar nos complexos para alcançar seus objetivos. Com minha fé, acredito que tanto os fáceis quanto os difíceis são a mesma coisa, o que importa é o ponto de vista do seu "eu" hoje para o amanhã. As pessoas mudam com o tempo.

A economia do Brasil foi fortemente impactada no primeiro momento pela pandemia de Covid-19 com início incerto, incerteza econômico, incerteza de estratégias adotadas regionais, mais e mais incertezas. E, sim, diversos políticos transformaram-se em ditadores e cercearam liberdades em diversos municípios e estados. Foi a primeira vez que perguntava ao meu pais porque prendia-se comerciantes, vendedores e ambulantes, e soltava-se bandidos, criminosos ou flexbilizaram impunidades. Uma pergunta dura requer uma resposta complicada.

Como um fato na China pode afetar à sua vida? Se o Brasil faz negócios com o país, há estímulos de empresas e relacionamentos unilaterais, interações em rede e alterações complexas de consumo, ocorre que um vírus na Terra altera todos os pontos certos de presente e torna um futuro fantasioso e incerto obrigando as pessoas a tomarem decisões. E sabe-se lá como as pessoas tomam decisões em urgência? Segundo uma professora de Tecnologia da Informação e Comunicação existem dois meios: ou enfrentam, ou fogem. Eu a induzi que existe uma terceira via: neutralizar a situação, analisá-la e minimizar riscos prejudiciais imediatos para tomar uma decisão baseado em fatos com cautela. Não é necessário se precipitar se um corpo técnico é treinado para tal, se uma equipe treina cotidianamente para um jogo de negócios, se uma população inteira está prevenida para qualquer evento, todavia o vizinho não pensa da mesma maneira que eu, não nos falamos. Aí complica, né?

Há muitos motivos para desejar a vida e o setembro amarelo não tem culpa no cartório, a conta está na vontade de viver, no respeito à liberdade, à democracia e na busca pela felicidade. Se bem que no Brasil essa última palavra não foi incluída pelo seu contexto difuso e alternado do conhecimento do bem e do mal, do "jeitinho", do aprendizado europeu de séculos e das características que relatam que o Brasil não é a Argentina no início do século XX onde milhares de europeus migravam para a então prometida "Estados Unidos da América do Sul" onde possuía atratividade de negócios, sabores e talentos; nem tão pouco estamos no inconsciente de países chocados como Austrália, Canadá ou humanistas como o Japão. O Brasil serve mesmo para ser Brasil, ou seja, "vermelho como uma brasa" pelo sangue de cada dia que doa para avançar em seus sonhos e desejos.

Saber sobre política, economia, negócios, educação financeira, comunicação, matemática, inglês, alemão, culinária, defesa pessoal, etc não vai mudar seu horizonte do dia para a noite, mas tenderá a ser menos enganado e ter uma posição quando falar com qualquer um. Em outras palavras, não ser deixado para trás. Que lindo!

Envie para ksthales@gmail.com dúvidas, informações, sugestões e comentários.












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