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Sexta-Feira, 26 de Abril de 2019

Ângela Schiezari Garcia

Educadora física; fisioterapeuta; osteopata;
radiestesista genética; microfisioterapia em formação.
Terapeuta de self-healing,leitura biológica, pós-graduada em ginástica postural corretiva,em fisiologia do exercício e em personal training.
Estágios:
* Laboratório do Comportamento Motor da Escola de Educação Física e Esportes da USP.
* Condicionamento Físico e Reabilitação Cardiovascular na Unidade de Reabilitação Cardiovascular e Fisiologia do Exercício do INCOR HC – FMUSP.
Escritora, com livro de poesias "A Real Dualidade", publicado em 2007.

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Nem pensar...



            Caminho por uma extensa planície recoberta por flores do campo das mais variadas tonalidades e observo um contraste muito grande entre esta paisagem e a próxima, logo além, mesmo na divisa com o outro país.

            Uma árvore imensa e secular, recortada em arco na lateral mais volumosa, parece uma caverna de madeira e aguça a minha curiosidade.

            Próxima, nem me curvo para entrar. Dentro, encontro outra planta exótica, de folhas claras, estriadas e salpicadas de pequenas frutas brancas. Peço permissão à árvore mãe, e com muito cuidado retiro-a do solo com terra envolta numa folha larga e côncava.

            Sigo em frente rumo à estrada que me conduz à fronteira.

            Miséria, sujeira, aridez e desolação.

            Nem pensar em rever esta cena.

            Pessoas famintas pelas ruas, homens desengonçados, mulheres esquálidas, crianças raquíticas.

            Paro na praça dessa tenebrosa aldeia e com um bastão cavo a terra o suficiente para ajeitar a misteriosa planta.

            Molho-a com a pouca água de um cocho e assisto pasma como a pequena muda vai se transformando: cresce, avoluma o caule, alonga os galhos até tocar as nuvens mais baixas.

            As estranhas frutinhas logo adquirem um aspecto incrível, apetitoso.

            Chegam os etíopes, vestidos com trapos imundos, as cabeças envoltas em turbantes, aproximam-se do fenômeno e começam a devorar as frutas.

            Fortalecidos, alguns se atrevem até como alpinistas incipientes, a escalar o tronco e os ramos na esperança de obter mais abundante alimento.

 

 










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