Quarta-Feira, 5 de Agosto de 2020

Victor Barboza

Victor Barboza é fundador da GFC - Gestão Financeira Criativa e atua com Educação Financeira e Gestão Financeira de pequenos negócios

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O que é o Crowdfunding Social?



Neste momento de grande dificuldade para muitas empresas e pessoas, por conta do cenário gerado pelo Coronavírus, os pedidos de doações e contribuições passaram a aparecer com maior frequência.

Diversos músicos, principalmente de menor renome, passaram a realizar lives e deixam a opção de uma contribuição solidária por parte de quem assistiu. Hospitais, com o aumento da demanda, também passaram a necessitar de contribuições para compra de equipamentos. Em ambos os casos, as três principais formas de arrecadar estes recursos são: transferências bancárias, apps de pagamentos ou as plataformas de crowdfunding.

O que é o Crowdfunding?

O termo Crowdfunding vem do inglês e significa financiamento pela multidão (também chamado de financiamento coletivo). Trata-se de uma evolução, em plataformas, da popular “vaquinha”, na qual várias pessoas fazem contribuições para uma causa em comum.

As primeiras plataformas de crowdfunding começaram a aparecer em 2005, e ganharam escala em 2009, quando a Kickstarter foi lançada nos EUA. No Brasil a coisa começou a ganhar corpo em 2011.

Existem basicamente duas formas de crowdfunding: o Social e o de Investimento. No Social, corresponde ao apelo público destinado à obtenção de recursos sob a forma de doação ou em troca de recompensas de caráter não financeiro. Já o Crowdfunding de Investimento, também encontrado nas modalidades de Peer-to-Peer Lending e Equity Crowdfunding, corresponde ao apelo público destinado à obtenção de recursos em troca de juros (primeiro) e lucros, dividendos ou participações no negócio (segundo).

Estes modelos, comparados com as formas tradicionais de financiamento, apresentam maior flexibilidade, agilidade e com custos mais reduzidos. No caso da modalidade de investimento, vale reforçar que não há isenção de risco, sendo que este está vinculado ao negócio que está captando os recursos. Justamente por isso, nesta modalidade, a Comissão de Valores Mobiliários criou uma regulação específica.

As plataformas surgem para auxiliar os projetos a terem maior alcance, terem todo um sistema de captação e repasses, possibilitando que os financiadores paguem por meio de boleto e cartão de crédito. Por fazer toda esta operação, na hora do repasse, surgirão algumas taxas.

No Brasil, as principais plataformas de Crowdfunding Social são: Vakinha, Abaca$hi, Catarse, Kickante, Apoia-se e Benfeitoria.

 










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