Sábado, 11 de Julho de 2020

Victor Barboza

Victor Barboza é fundador da GFC - Gestão Financeira Criativa e atua com Educação Financeira e Gestão Financeira de pequenos negócios

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O que NÃO fazer com o Coronavoucher!



Diante de um cenário econômico muito delicado gerado pelo Coronavírus, como uma das medidas para amenizar os impactos financeiros para várias pessoas, dentre elas o micro empreendedores individuais (MEIs), o governo criou um Auxílio Emergencial, apelidado de Coronavoucher.

Como funciona o Auxílio e para quem é destinado?

O Auxílio Emergencial não é para todos os brasileiros, mas sim destinado para trabalhadores informais, MEIs, autônomos e desempregados, com o objetivo de fornecer proteção emergencial no período de enfrentamento à crise causada pela pandemia do Covid-19.

O benefício se dá no valor de R$ 600, pago por três meses, para até duas pessoas de uma mesma família. Para as famílias em que a mulher seja a única responsável pelas despesas da casa, o valor pago mensalmente é de R$ 1.200. No caso de pessoas que recebam o Bolsa Família, caso o Coronavoucher seja mais vantajoso, pode-se optar por ele e manter o Bolsa Família em suspenso. O cadastro é feito a partir do site ou do aplicativo criado pela Caixa.

Para ter acesso ao auxílio emergencial, a pessoa deve cumprir os seguintes requisitos:

  • Ser maior de idade
  • Não ter emprego formal
  • Não ser beneficiário da previdência social, seguro-desemprego ou de outro programa de transferência de renda federal
  • Ter renda familiar mensal por pessoa de até R$ 522,50 ou renda familiar mensal total de até R$ 3.135,00
  • Não ter recebido rendimentos tributáveis, no ano de 2018, acima de R$ 28.559,70
  • Estar desempregado ou ser MEI, contribuinte individual da Previdência Social ou trabalhador informal inscrito no CadÚnico

Conforme o nome desta medida, trata-se um um auxílio para aliviar as contas daqueles que acabam sofrendo maior impacto neste cenário de Coronavírus, com os respectivos negócios e vendas bem abaixo da normalidade. E mais do que isto, não sabemos até quando isto vai, logo ter recursos para eventuais emergências é fundamental.

Pensando nisto, trouxemos abaixo algumas dicas do que NÃO deve ser feito com o auxílio:

  • Gastar o dinheiro sem fazer planejamento

É de extrema importância fazer um planejamento financeiro para este momento de crise e incerteza. Quem não possui uma fonte de renda fixa pode sofrer bastante com o cenário atual, logo, para manter o equilíbrio nas contas, é de extrema importância planejar como serão os próximos meses (quanto dinheiro há em conta e em reservas, projeção de entradas e projeção dos gastos). É um momento fundamental para cortar gastos. Logo, priorize utilizar o auxílio para pagar gastos essenciais (moradia, alimentação) ou destiná-lo para a sua reserva.

  • Investir de maneira incorreta

Conforme o ponto anterior, os R$ 600 mensais são muito bem vindo para a sua reserva de emergência. Esta deve ser feita em investimentos conservadores e de alta liquidez, estando disponíveis a qualquer momento para resgate sem chance de perdas. Caso você vá direcionar o auxílio para os investimentos, escolha com cuidado, pois o momento é de muita incerteza, inclusive em aplicações de maior risco, como a bolsa de valores. E se você optar por fazer algum investimento no seu negócio (para os MEIs, autônomos e informais), faça-o também com muito planejamento, para otimizar o auxílio.

  • Realizar sonhos

Todo mundo tem sonhos, porém, muita gente não os realiza pela falta de dinheiro. Com a entrada deste “recurso extra”, muita gente pode pensar que é a oportunidade de realizar sonhos como a troca de celular, notebook, televisão, e por aí vai. Porém, lembre-se que você está recebendo este auxílio por ser classificado como alguém que sofre maiores impactos com a crise do Coronavírus, logo, não é o momento de tomar tais decisões.

  • Emprestar o dinheiro

Uma vez que você recebeu o auxílio, é muito comum alguém pedir dinheiro emprestado. Isto já é complicado em tempos comuns, e agora, neste cenário ainda mais delicado, economicamente falando, tende a fazer com que as chances do calote sejam ainda maiores.

  • Não priorizar as contas a serem pagas

A desorganização financeira é muito comum para muita gente. A bagunça é tão grande que o dinheiro entra em um dia e logo na sequência já é utilizado para pagar as contas que vão chegando, sem nenhum planejamento e priorização do que deve ser pago primeiro. Fique atento ao calendário do pagamento do auxílio e defina prioridade para as contas a serem pagas. Busque direcionar o recurso para os gastos essenciais, dívidas com juros mais altos (por exemplo cheque especial e cartão de crédito atrasados) ou para a reserva de emergência.










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