Sexta-Feira, 20 de Maio de 2022

Douglas Silva

Douglas Silva é Escritor, Poeta e Psicólogo formado pela Faculdade de Jaguariúna.
Nascido em 1983 na cidade de Mogi Mirim (interior de São Paulo), atualmente reside em Mogi Guaçu, cidade vizinha. Possui várias publicações em Antologias nacionais, internacionais e é autor dos Livros de Poesias 'Vozes da Alma', 'Renascendo Amores e Poesias', do Romance 'Destinos' e do livro de Pensamentos 'Momentos & Reflexão'. Em 2016 se tornou colunista do Jornal A Comarca de Mogi Mirim e do Portal Jundiaí online, onde escreve sobre saúde e comportamento.
E em 2018 foi lhe concedidos pela – OMDDH Organização dos Defensores dos Direitos Humanos o Título de Embaixador da Paz e o Título honorífico de Destaque Social-Cultural
Membro de Academias de Letras:

* Membro Acadêmico Correspondente ARTPOP – Academia de Artes de Cabo Frio – Rio de Janeiro. 2011

* Membro Acadêmico Correspondente da ALAV – Academia de letras y artes de Valparaíso- Chile. 2011


* Membro Acadêmico Efetivo 'Academia de Letras Menotti del Picchia' / FALASP – Itapira – Estado de São Paulo

* Membro dos POETAS DEL MUNDO (entidade com sede no Chile).

* Embaixador da Paz Entre as Nações- OMDDH

Prêmios Recebidos:

* Ganhador do Prêmio Revelação Poética 2010, pela ARTPOP – Academia de artes de Cabo Frio – Rio de Janeiro.

* Ganhador do Prêmio Interarte 2011 Categoria Destaque Artístico (poesia) pela Academia de Letras de Goiás.

* Menção Honrosa com a poesia 'Saudades' Concurso de poesia 'Carlos Cezar', pela Casa do Escritor de Mogi Guaçu União Brasileira de Trovadores. 2012

* Ganhador do Prêmio Luso-Brasileiro de Poesia melhores Poetas de 2013

* Ganhador do Prêmio Literarte melhores do Ano Literatura – 2016

* Ganhador 2° lugar do concurso de Poesias Biblioteca Municipal de Mogi Guaçu - 2016

* Outorgar como Embaixador da Paz Entre as Nações e com o Título honorífico de Destaque Social- Cultural 2018- OMDDH


Obras Publicadas:

* Vozes da Alma (Poesias) 2010

* Destinos (Romance) 2014

* Renascendo Amores & Poesias (Poesia) 2016

* Momentos & Reflexão - 2019

Publicações Antologias (Nacionais)

* Antologia Raciais – 2008

* II Antologia Nacional de Poesia Novos Poetas Novos Talentos – 2008

* III Antologia Delicatta -2008

* Antologia Prêmio Galinha Pulando -2014

* I Livro dos Momentos Coletânea Poesias - 2019

Publicações Antologias (Internacionais)

* Antologia Latinidade Poética -2009

* Antologia Pontes dos Sonhos, do Brasil para Frankfurt – 2010

* Antologia Brasil mais que um país, uma inspiração, do Brasil para Guadalajara – 2010

* Antologia Tesouros brasileiros, Brasil- Egito Via Cairo – 2011

* Antologia 'Palavras sem Fronteiras' do Brasil para Buenos Aires- 2011

* II Antologia Brasil mais que um país, uma inspiração, do Brasil para Guadalajara – 2011

* I Antologia Prêmio Luso-Brasileiro de Poesia melhores Poetas – 2013

* I Antologia Tributo a Evita Perón Buenos Aires – 2015

Publicações em Revistas Literárias:

* Revista Cultural Viva Cultura de Varginha MG – 2010

* Participou da Revista Varal do Brasil - Genebra/Suíça – 2011

* Participou da Revista Varal do Brasil – Genebra/Suíça Edição Especial Sobre o Amor – 2012
* Participou da Revista Varal do Brasil – Genebra/Suíça Edição 20 Mulher: Um Universo – 2013
* Participou da Revista Varal do Brasil – Genebra/Suíça Edição 21 Varal do Amor – 2013

* Participou da Revista Divulga Escritor – 9 Edição -2014

Participações em Exposições de Artes e Poesia:

* PARTICIPAÇÃO NO VI SALÃO DE ARTES PLÁSTICAS MULTIPLUS - EXPOSIÇÃO ARTES COM POESIA GALEÃO RIO DE JANEIRO- Brasil

Participação em Bienais e Feira do livro:

* Bienal do Livro do Rio de Janeiro - Brasil 2011 Lançamento (Vozes da Alma)

* Bienal Internacional do Livro de São Paulo - Brasil 2014 (Destinos)


Projetos Idealizados:

* Ler além da Escola - Implantado nas cidades de Mogi Mirim e Conchal- SP
* Criatividades Sem Limites - Implantado na Associação da Pessoa com
Deficiência de Mogi Mirim.


Compre minhas obras pelo site:

http://www.douglassilvapsico.wix.com/arte-psicologia

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Quem é o verdadeiro cidadão de bem brasileiro?



Após pouco mais de 500 anos de história o país ainda vive uma falsa dicotomia, onde se fomenta aparentemente dois pontos de vista alternativos que são colocados como sendo as únicas opções, quando na realidade podem existir outras opções que não foram levadas em consideração. O imperialismo da ignorância continua sendo o ponto crucial de uma sociedade que não recebe e não dá o devido valor ao bem mais precioso “EDUCAÇÃO”, dessa maneira nos tornamos um país miserável, sendo que a cultura, arte e a capacidade intelectual se tornaram vil ao invés de virtude. 

É alarmante observar doutores da ignorância patrocinados por um sistema que os levam ao esquecimento, ou traz à luz sua real face que fortalece mesmo diante da falta de questionamento o posicionamento contra si mesmo. Afinal, todos somos “cidadãos de bem”, até o momento que nos é retirado a dignidade, o direito à vida, à liberdade, à propriedade, à igualdade perante a lei: nossos direitos civis são deixados de lado pela falta de investimento que se negligencia desde a primeira infância. Sabemos, ou nos esquecemos de que “os direitos civis e políticos não asseguram a democracia sem os direitos sociais, aqueles que garantem a participação do indivíduo na riqueza coletiva: o direito à educação, ao trabalho justo, à saúde, a uma velhice tranquila”.

E assim, seguimos com mais de 200 milhões de pessoas que em sua grande maioria sustentam uma minoria privilegiada de parasitas que corrompem a grande maioria que se deixa corromper pela sua ignorância. 

Apontar o dedo, ou procurar em meio a balburdia o salvador da Pátria é perder a esperança que, também somos responsáveis em conduzir nossa Pátria de maneira mais honesta e digna. Mas, há de considerar que o exercício da cidadania quase sempre é deixado de lado, e a luta que expressa à igualdade dos indivíduos perante a lei fica comprometida, pois estamos longe de vivermos em uma sociedade organizada.

Para tanto, “é a qualidade do cidadão de poder exercer o conjunto de direitos e liberdades políticas, socioeconômicas de seu país, estando sujeito a deveres que lhe são impostos que faz um país rico”. Quando a participação consciente e responsável do indivíduo na sociedade se torna incrédula, seus direitos serão quase sempre violados por uma minoria corrupta, mas que é fomentada por uma maioria corruptível que não se dá conta da importância de ser um real “cidadão de bem”, na qual se esquecem dos seus deveres antes mesmo de lutarem pelos seus direitos, que quase sempre, são incompatíveis com sua conduta moral e ética. 

Há de considerar que nem todos possuem a capacidade de discernimento, afinal são vitimas da desigualdade social que pouco é questionada, mas que nos mostra sua real face diante da alarmante realidade em que vivemos, onde a desigualdade social se configura pela falta de educação básica de qualidade; poucas oportunidades de emprego; ausência de estímulos para o consumo de bens culturais, como ir ao cinema, teatro e museus; entre outras características como entre os fatores que proporcionam a má distribuição de renda e a falta de investimentos em políticas sociais.

Nesse sentido, e até onde podemos ver o verdadeiro “cidadão de bem” se encontra diante de um embate político entre forças do espectro ideológico-doutrinário e entre um recorte que levou a perda do espaço do diálogo antes produtivo entre intelectuais de direita x esquerda, ou conservadores x progressistas que ao contrário do que se busca, é notório observar que uma minoria com renda de países de primeiro mundo engole uma maioria miserável sem acesso aos termos da cidadania.

Enfim, lanço à luz a questão: quem são os verdadeiros “cidadãos de bem“? Isso pode nos levar ao questionamento de qual é a diferença entre o bandido bom “bandido morto” e o cidadão de bem? Ambos são parte de uma construção social que fomenta a violência, da inércia do Estado, da falta de investimento social, onde a política repressora assola o país, na qual se credita a violência aos “Zés até chegar ao João e as Marias etc...” e não ao Estado que negligencia direitos. 

A diferença pode estar nas circunstâncias ou na boa índole reivindicada pelo “cidadão de bem” que quase sempre é esquecida ou mal desenvolvida pela visão distorcida de uma realidade impositiva a si mesmo, e que é patrocinada pela falta de boas referências morais.

De antemão, é injusto olhar com olhos de incredulidade, mesmo diante da revolta que corrói a luta que não deve ser deixada de ser vivenciada pelo bom combate perante os estupradores naturais do Estado que distorce a lei pela lei do ressentido e controverso, onde a República corroída pelo sistema produz “cidadãos de bem” cerceados por uma classe política profissional, pela má educação do povo eleitor que troca voto por qualquer benefício concedido pelos mesmos políticos que sucateiam os serviços públicos e patrocinam a ignorância da maioria de seu eleitorado.

 

Douglas Silva 

http://douglassilvapsico.wixsite.com/arte-psicologia












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