Quinta-Feira, 24 de Junho de 2021

Daniel Marx

Daniel Marx é Pós-Graduado em Criação Publicitária e Planejamento de Propaganda. Pós-Graduando em Política brasileira e socioeconômica. Com formação em Marketing, Artes Cênicas e cursando Cinema e Áudio Visual, Daniel Marx é publicitário, dramaturgo, escritor, cineasta, diretor, produtor, apresentador, colunista e roteirista.
Membro vitalício da Academia Internacional de Literatura Brasileira
Membro vitalício da Academia Independente de Letras de Pernambuco

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Um país chamado Brasil



UM PAÍS CHAMADO BRASIL

 

            Até quando o povo brasileiro se deixará levar por falsos ídolos políticos? Algo que se ver apenas em países latinos americanos ou países comunistas.

            Até quando o povo se digladiará por líderes que se quer querem saber se eles existem, quando estão preocupados com seu trono e os seus?

            Houve uma divisão da população quando a esquerda dominou o país, hoje isso volta a acontecer com os seguidores da direita.

            Somos um povo forte, inteligente, batalhador que costuma ostentar a frase “Somos brasileiros e não desistimos nunca”. Mas a que preço não desistimos?

            O povo continua adorando, endeusando seus políticos seja de qual posição ele for quando na verdade deveria se juntar para cobrar seus direitos.

            O povo tem poder, e o poder sabe disso.

            Onde estão os valores, os direitos, os deveres dos cidadãos? Onde está a cobranças por melhor educação, saúde, cultura, estabilidade financeira? Onde está o nacionalismo? Não o nacionalismo hipócrita que cultua uma divindade humana e muitas vezes errônea. Mas um nacionalismo puro que defende um mundo melhor para nossos filhos e netos, onde possam caminhar pelas ruas sem que corram o risco de serem assassinados, onde possam ter um tratamento de qualidade quando procurarem um médico, onde possa se formar e disputar uma vaga com um filho de uma família abastada de igual para igual. Onde a cor, o sexo, a religião e opção política seja apenas diferenças comuns e respeitadas por todos.

            Não devemos nos perder diante de líderes que não pensam verdadeiramente na nação. Devemos cobrar, lembrar, lutar por um país mais justo e melhor. Mais igualitário e menos machista, mais humano e menos homofóbico ou xenofóbico. Um lugar onde as crianças, os idosos, as mulheres, os gays, os héteros, os negros e todas as classes sejam pessoas. Sejam humanos, sejam respeitados e dignos.

            O povo deve se unir pelo bem comum e não seguir líderes com biografias falhas e duvidosas. Devem respeitar seus pais e cobrar seus governantes.

            Afinal “O poder emana do povo”.

 

 












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