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Sexta-Feira, 19 de Julho de 2019

Ângela Schiezari Garcia

Educadora física; fisioterapeuta; osteopata;
radiestesista genética; microfisioterapia em formação.
Terapeuta de self-healing,leitura biológica, pós-graduada em ginástica postural corretiva,em fisiologia do exercício e em personal training.
Estágios:
* Laboratório do Comportamento Motor da Escola de Educação Física e Esportes da USP.
* Condicionamento Físico e Reabilitação Cardiovascular na Unidade de Reabilitação Cardiovascular e Fisiologia do Exercício do INCOR HC – FMUSP.
Escritora, com livro de poesias "A Real Dualidade", publicado em 2007.

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Uma história na Olimpíada.



                         Carmem ganhou dos pais uma viagem surpresa e realizou um dos maiores sonhos de sua vida. Viajar para o exterior, conhecer a terra natal do pai e, ainda, desfrutar do clima alegre e esportivo de uma Olimpíada.

                        Alguns dias antes, seu pai Jord entregou-lhe os ingressos dos jogos de algumas modalidades como: basquete, handebol, vôlei, polo aquático e ginástica artística. Só não havia o ingresso para a cerimônia de Abertura, pois a agência responsável pela reserva cometeu um grande deslize ao vender o ingresso reservado por um valor exorbitante e dar qualquer desculpa esfarrapada para consolar a adolescente.

                        Embora tenha ficado desapontada pensou na viagem maravilhosa que faria e conformou-se para conseguir acalmar os ânimos e enfrentar sozinha sua primeira vez no exterior.

                        Chegou a Barcelona e foi recebida por familiares. Ela não os conhecia pessoalmente e foi uma experiência muito interessante. Ficou na casa do primo de seu pai, chamado Alberto. Uma de suas filhas, apelidada de Montse iria trabalhar como voluntária no período da realização dos Jogos Olímpicos e a convidou para acompanhá-la no dia da Abertura até o local onde seriam realizadas as apresentações e a maioria dos jogos.

                        Pegaram o metrô e lá chegaram com antecedência. Antes do início do espetáculo, Montse marcou um ponto de encontro e foi para o seu posto de trabalho. Nesse instante percebeu a tristeza da prima em não ter a oportunidade de apreciar o evento tão grandioso.

                        Carmem caminhava ansiosa de um lado para o outro, ainda com esperança de assistir a famosa apresentação. Neste local havia uma mureta extensa pintada de branco e larga o suficiente para acomodar os turistas.

                        Sentada, ela observava as pessoas, ouvia idiomas distintos, movimentações de cambistas, enquanto imaginava uma forma de conseguir o tão desejado ingresso para a Abertura dos Jogos Olímpicos.

            Uma intuição poderosa a aconselhava:

                        - “Carmem, não saia deste muro”.

                        - Mas por quê? Por que estou pressentindo isto?

                        Desobediente ela saiu e começou a andar sem rumo certo. Olhou para a mureta que como um imã a atraía.

                        A intuição era forte demais para ser desprezada.

                        Voltou e tornou a sentar-se.

                        Alguns minutos após, um carro branco com o enorme emblema das Olimpíadas nas portas laterais estacionou próximo à calçada onde ela se encontrava. Dele desceu um senhor magro, de olhos verdes e lhe perguntou:

                        - Estás sola?

                        - Sí.

                        - Gostaria de mirar la Abertura?

                        - Sí, mucho.

                        Inesperadamente o homem tirou do bolso de sua camisa um ingresso e entregou em suas mãos.

                        Pasma, não sabia o que pensar.  Encarou-o sem palavras. Ele sorriu e foi embora.

                        Então, ela correu em direção ao portão de entrada, quase se esquecendo de parar para ser revistada.

            A apresentação já havia iniciado há mais de vinte minutos e ela teve dificuldade de encontrar o seu lugar. Aviões faziam acrobacias sobre o estádio e liberavam fumaças coloridas, formando desenhos de símbolos olímpicos ao som de “Amigos para siempre”.

                        Carmem sentiu-se profundamente emocionada e não conteve as lágrimas. As pessoas a sua volta não podiam imaginar que tanta emoção não era apenas pela magia do espetáculo, que coloria e encantava a visão do público.

 

Ângela Schiezari Garcia

CREF 000690-G /SP - CREFITO 162573-F

Educadora física e fisioterapeuta

Terapeuta Floral - Joel Aleixo

Osteopata, terapeuta self-healing e de leitura biológica

 

Studio Prátik – Rua Pedro Vaz, 291 – Centro

São Roque – SP – CEP: 18130-490

Fone: (11)4784-6289

 










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