Quarta-Feira, 18 de Maio de 2022

Pedro Fagundes de Borba

Estudo ciências sociais na Universidade do Vale do Rio dos Sinos; escrevo para portais; me chamo Pedro Fagundes Borba.

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    Poeta brasileiro singular, com uma poesia infantilmente profunda, por isso peculiar e densa em profundos aspectos da vida, Mario Quintana versejou assim, criando seus vários livros e deixando a marca na poesia brasileira, com aspectos e colocações insuperáveis.  O poema “Da felicidade”, integrante de seu livro “Espelho mágico”, onde faz várias colocações sobre a vida e seu viver, a partir das profundidades do em volta, criou frases, falas sobre estes, ainda refletidas, ainda um espelho mágico.

   Fala sobre quantas vezes em busca da ventura procedemos tal e qual o avozinho infeliz. Seus óculos por toda parte procura, tendo-os na ponta do nariz.

   Com esta colocação, fala sobre a busca de felicidade, pondo em termos simples, diretamente conectados com os profundos aspectos da felicidade, aquilo procurado como algo perdido, mas apenas invisível. Apenas é possível ser feliz quando isso vê, quando isto entende. Mesmo com todas as infelicidades do mundo, existe a felicidade pessoal, a conexão com o mais real e profundo, aquilo que nos explica e sensibiliza que está na frente dos olhos, embora muitos achem que deve ser encontrada. Para evitar embaçamentos, cabe atenção às infelicidades, o que estas na vida causam e criam. Para além delas, é preciso ter este conhecimento e esta conexão. Algo simples e profundo que se torna quase infantil, sendo acessível mesmo para a mente de criança, que apenas profundidades percebem. Com isso sempre aliado, Mario Quintana deixou a profunda marca destes sentimentos na poesia, garantindo uma profunda poética, muito simples.












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